Consultório

Diante da predominância quase infinita de modalidades de tratamento para o sofrimento psíquico, crianças, adolescentes e adultos tornaram-se passíveis de promessas objetivas e pragmáticas. Tanto no que se refere ao diagnóstico quanto ao tratamento das psicopatologias.

Essas construções discursivas muitas vezes desconsideram a dimensão falante do ser humano. Aspecto que tem como ponto de articulação a linguagem e seu valor subjetivo. A partir da perspectiva psicanalítica, a direção do tratamento não consiste em dirigir o tratamento em função do sintoma. Mas, em pensar o sintoma como uma mensagem que diz respeito ao sujeito do inconsciente, abrindo possibilidades para o endereçamento do mal-estar, a elaboração de angústias e a construção de uma narrativa de autoria singular.

A escuta da queixa inicial do paciente se dá a partir da primeira sessão, quando se iniciam as entrevistas preliminares, através da quais  vai se dando a direção do tratamento. Estabelece-se, assim, contrato de trabalho, frequência e pagamento. Neste espaço das entrevistas preliminares são esclarecidas as dúvidas no que diz respeito ao tratamento.

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